O Poeta e os Lunáticos – Pré-venda

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REF: POEPRE2017

Sobre o Livro:

Com a palavra, Dale Ahlquist, Presidente da American Chesterton Society e um dos maiores estudiosos de Chesterton que há no mundo: “N’O Poeta e os Lunáticos, um poeta excêntrico é algo como um detetive espiritual em oito contos misteriosos e imaginosos. Gabriel Gale lança mão de seu extraordinário dom da simpatia a fim de resolver e impedir crimes levados a cabo por loucos. O seu trabalho policial filosófico forma a base para investigações cativantes sobre a poesia, sobre a insanidade, sobre o pecado — tudo narrado por meio dos característicos paradoxos e arrebatamentos retóricos do autor.”

Gabriel Gale, o pintor que calha de ser também poeta, é a encarnação mesma do poeta chestertoniano que só quer colocar a cabeça nos céus. Gale é o capítulo um de “Ortodoxia” que tomou vida de personagem e saiu a meter a fuça perquiridora em crimes cometidos ou intencionados por lógicos com as cabeças rachadas. Em cada um dos oito contos, o excêntrico poeta haverá de enfrentar as consequências sanguinolentas de uma loucura tipicamente moderna. Valendo-se de sua simpatia para com os loucos (de seu pezinho na loucura) e de suas deduções teológicas ao melhor estilo Padre Brown, Gale vai dissecando, em meio a situações absurdas e risos garantidos, a natureza da loucura. Vai demonstrando que, afinal de contas, as ideias têm consequências.

Se, no Padre Brown, temos um detetive que lança mão do que o confessionário lhe ensinou, por anos a fio, sobre o que há de mais sórdido na natureza humana, em Gabriel Gale temos um investigador espiritual mais à la o próprio Chesterton; intuitivo, com a cabeça literalmente nas nuvens, por isso mesmo enxerga em detalhes aparentemente aleatórios e insignificantes as chaves insuspeitas de mistérios os mais diversos: numa cor; numa silhueta rabiscada na areia da praia; num pássaro amarelo jaz entranhada a verdade das coisas… Exuberante, espirituoso, não raro sombrio e grotesco, “O Poeta e os Lunáticos” foi escrito para chacoalhar, à força do exagero (a definição mesma da arte, diria Chesterton), a poeira e as teias de aranhas que as modernidades todas fizeram assentar sobre a nossa imaginação, o órgão primeiro da inteligência. Se, como diz C. S. Lewis, o que o educador moderno tem de fazer é irrigar desertos, eis aqui água, das melhores que já houve, carregada num barril risonho de 140 quilos.

O TRADUTOR

Este mesmo que vos fala. Meu nome é Raul Martins Lima, e há mais ou menos cinco anos é que faço parte da Sociedade Chesterton Brasil. Já traduzi inúmeros artigos (sem falar nos excertos – “conta-os se pode, oh Abraão”) para a nossa página e revisei outros tantos. Traduzi, também, claro, “Um Esboço da Sanidade”. Meu currículo inteiro — ou minha obsessão, diriam as más-línguas –, basicamente, é traduzir Chesterton, sob todas as circunstâncias possíveis e imagináveis.

“Daqui a vinte anos, pessoas como Filipe G. Martins, Rafael Falcón, Rafael Nogueira, Felipe Moura Brasil, Raul Martins, Silvio Grimaldo, Taiguara Fernandes de Sousa, Fábio Salgado de Carvalho, Bruna Luiza, Hélio Angotti Neto, Paulo Enéas, Lorena Miranda Cutlak, Juliana Chainho, Jussara Reis, Elpídio Fonseca, Mauro Ventura, Josias Teófilo, Matheus Bazzo, Ronald Robson, Carlos Nadalim e outros alunos do COF serão inevitavelmente as figuras dominantes no cenário cultural brasileiro, que então será de uma riqueza que fará esquecer os quarenta anos de miséria. Não há pressa. Nada de grande no mundo se fez sem o “longo silêncio da maturação” de que falava Nietzsche.” – Olavo de Carvalho, filósofo.

“O Raul Martins tem boas chances de resolver o problema [das más traduções do Chesterton no Brasil], porque escreve bem e (o que é mais importante) leva esse trabalho a sério. Não fiquem esperando por uma grande editora brasileira, pois eles não contratam jovens competentes como o Raul. Preferem semianalfabetos com doutorado.” – Rafael Falcón, professor de latim.

“O Raul Martins, que vai traduzir este livro, é a única pessoa que traduziu decentemente um livro do Chesterton nos últimos anos neste País.” – Evandro Ferreira e Silva, tradutor.

O PROJETO

Com cerca de 200 páginas, O Poeta e os Lunáticos será publicado no formato 14X21 e contará com oito ilustrações inéditas, uma para cada conto, garbosas e chestertonianas em toda a linha, saídas da pena de nossa ilustradora Júlia Máximo, que será também a nossa capista.

O livro será diferente de qualquer outro livro de Chesterton que já se viu por aqui. As páginas, da mais alta qualidade. O livro, costurado e não colado. Como não bastasse o texto impecável a dançar na mais bela fonte, de quando em quando acompanhado de desenhos especialíssimos, coloridos e tomando uma página inteira, a obra lhe cairá na mão como seda e fará sucesso na sua estante, causando inveja nas outras e menos afortunadas obras.

Não há nada, até onde saibamos, de parecido feito no mundo. O livro será, também, devidamente prefaciado (e, quando necessário, comentado) para que leitores de primeira viagem de seus romances possam saber em que mundo maravilhoso se estão metendo, tomem tento e comprem também todos os outros romances que iremos lançar no futuro.”

Informação adicional

Peso 0.5 kg
Dimensões 21 x 14 x 2 cm

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  1. Avaliação 5 de 5

    Muito bom

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