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A Taberna Ambulante

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A Taberna Ambulante

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G. K. Chesterton

Em estoque

REF: PREVENTAB2017 Categoria:

Descrição

Este é um Romance de G. K. Chesterton! Só este fato já deveria ser motivo suficiente para não se ter dúvidas quanto a relevância da obra e quando a importância de tê-la em sua casa. É uma leitura divertidíssima e bastante profunda.

Apresentação da obra: Raul Martins Lima (Tradutor)

Esta edição da Sociedade Chesterton Brasil d’A Taberna Ambulante será, com certeza, um marco na tradução de Chesterton no Brasil (e, why not, no mundo).
Não há uma só edição do livro, seja ela espanhola, italiana ou portuguesa, que tenha sido tão cuidadosa com a tradução e a revisão quanto nós fomos. Os erros — pois inevitavelmente os haverá, graças à falibilidade que nos veio de brinde, junto com a Queda e a morte — que o leitor aqui encontrar terão sido o efeito antes do olhar cansado que já leu a mesma página trinta e duas vezes e está, portanto, para todos os fins literários, cego, acometido duma catarata estilística e gramatical, do que o resultado inglório de um serviço meia-boca.
Traduzir Chesterton não é fácil, e há que se tirar o chapéu a quantos mundo afora e Brasil adentro o tenham tentado traduzir a sério, sem aviltar-lhe a arte ou matar a pancadas o seu estilo. Tiremo-lo, pois, e sigamos em frente.
Há, basicamente, dois diferenciais importantes cá nesta tradução, que foram acrescidos aos tantos outros já listados no prefácio que escrevi para O Poeta e os Lunáticos:
1) os sotaques (e, pois, o humor). Na tradução lusa, por exemplo, não houve qualquer esforço para se reproduzir a gloriosa fauna linguística de que se vale GKC no livro, e o sotaque hilário do sr. Misysra Ammon, que dá ao personagem boa parte de seu charme e encanto, é solenemente ignorado. Ora, não havendo o sotaque não há o caráter extravagante e cômico do turco, e não havendo a extravagância e a comicidade não há turco — ou ao menos o turco de Chesterton. O mesmo se pode dizer do caipirês, do juridiquês e dos dialetos igualmente obscuros de pedreiros e jornalistas. Os sotaques são personagens, na medida mesma em que um Mussum ou um Tiririca a falar um impecável inglês britânico não faria lá muita graça na terra de Dickens e Monty Python.
2) Os poemas. Ainda hoje em dia, em coletâneas e na boca do povo, os quase trinta poemas d’A Taberna vivem — e vivem aliás sem o livro no qual surgiram. Outras traduções, como a espanhola e a italiana, aqui pisam na jaca. Esta apenas os reproduziu como vieram ao mundo, em inglês, e pôs uma glosa no rodapé para acompanhá-los; já o tradutor daquela escreveu, pura e simplesmente, outros poemas, que só têm com os originais um parentesco nebuloso. Nesta nossa edição, os poemas foram traduzidos; isto é dizer, alguém os leu, os entendeu e os reproduziu, mantendo-lhes a métrica e o ritmo e o máximo de seu sentido e espírito originais. Os poemas ficaram a cargo de José Lima e de Silvia Emilia Cunha, que, em virtude da rapidez e qualidade com que os traduziram, merecem aqui o meu agradecimento — no qual vai também o da Sociedade inteira — público e enfático.
E, last but not least, agradeço, ainda em nome de toda a Sociedade, também ao José Francisco Botelho, com certeza um dos melhores tradutores do Brasil, e talvez o melhor quando se está a falar de poemas na língua inglesa, a sua participação especial na tradução de três poemas do livro. Para Chesterton, sempre o melhor.

Trecho do prefácio de Raul Martins Lima

“A Taberna Ambulante é, portanto, um livro combativo e maravilhosamente feliz. É aventuroso, exuberante e esfuziante. Há nele reviravoltas inesperadas, e a alegria pura e simples de quem sabe escrever e, por óbvio, escreveu o que sempre quis ler. Afora todos os temas e proposições, acima e além dos retratos psicológicos e arquétipos, o que se lerá nestas páginas é uma história divertidíssima, solar e tão espalhafatosamente vivaz quanto a gargalhada sonora de um bebê. História tão encantada com o fato de haver um mundo, e no mundo uma batalha a se travar, que de quando em vez não se aguenta, e, quebrando a linha narrativa, literalmente canta, dança e verseja, à moda dum ébrio salmista. Há mal no mundo, mas o mundo não é mau. E aos cruéis planos civilizatórios de um fanático dois poetas embriagados interpõem a última fronteira da civilização ocidental: uma taberna alegre, cheia de amigos brindando o laço que une toda a sociedade em caridade com o vinho e o rum. A embriaguez, enfim, das bodas de caná, que irá comemorar o casamento de Deus com a humanidade.”

Ficha Técnica:
Número de Páginas: 368
Idioma: Português
Dimensões do Livro: 14 x 21cm
ISBN:978-85-493-0011-9

Informação adicional

Peso 0.6 kg
Dimensões 21 × 14 × 2 cm

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