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Combo Livros Chesterton

R$329,00 R$230,30

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Combo Livros Chesterton

R$329,00 R$230,30

Neste combo você recebe:

  • O Essencial de Chesterton
  • O Poeta e os Lunáticos
  • A Taberna Ambulante
  • A Inocência do Padre Brown
  • A Sabedoria do Padre Brown
REF: combolivroschesterton Categoria:

Descrição

Desenhamos um combo especial para você que quer ler G. K. Chesterton e usufruir do tesouro contido em suas linhas.

São cinco livros que vão enriquecer o seu imaginario e abrir novos portas do entendimento da realidade das coisas:

1) O Essencial de Chesterton

Frequentemente se pergunta: “qual o melhor livro para se começar a ler Chesterton?”

A importância dessa pergunta pode ser demonstrada através de outra pergunta: quem foi Chesterton?

Um apologista cristão? Um romancista? Um polemista afiado? O propagandista do distributismo? Um defensor da família?

É difícil indicar um único livro que introduza o leitor ao universo de assuntos que esse gigante abordou. Praticamente não há debate em que ele não tenha se envolvido ou assunto que ele não tenha tratado.

Do cristianismo à crítica literária, passando pela educação infantil e a defesa da família. Criticou o liberalismo e o socialismo; a academia e a imprensa. Escreveu biografias, crônicas, histórias de detetive e poesias.

Este livro sintetiza seu pensamento e reúne o essencial de sua obra.

“O Essencial de Chesterton” é fruto de uma pesquisa cuidadosa. O organizador foi Agnon Fabiano, vice-presidente da Sociedade Chesterton Brasil. São mais de trinta artigos de Chesterton reunidos em um todo orgânico que nos dá o vislumbre, na medida do possível, dos temas centrais desse que foi chamado o “apóstolo do senso comum”. Chesterton por ele mesmo.

A tradução dos artigos é de Raul Martins, tradutor de “Um Esboço de Sanidade”, “O Poeta e os Lunáticos” e “A Taberna Ambulante”.

Partindo da defesa de Chesterton do homem comum, os artigos selecionados nos levam a navegar em assuntos como a defesa da família, da religião cristã, da democracia, da educação, dos contos de fadas e da tradição, bem como o ataque às ideologias modernas, as falsas filosofias e todo tipo de maluquice festejado em nome do “progresso”.

O livro se encerra com uma carta de Chesterton para sua esposa, Frances. É impossível entender Chesterton se ignorarmos essa grande mulher. Na carta, temos um esboço da alma de Chesterton.

2) O Poeta e os Lunáticos

Com a palavra, Dale Ahlquist, Presidente da American Chesterton Society e um dos maiores estudiosos de Chesterton que há no mundo: “N’O Poeta e os Lunáticos, um poeta excêntrico é algo como um detetive espiritual em oito contos misteriosos e imaginosos. Gabriel Gale lança mão de seu extraordinário dom da simpatia a fim de resolver e impedir crimes levados a cabo por loucos. O seu trabalho policial filosófico forma a base para investigações cativantes sobre a poesia, sobre a insanidade, sobre o pecado — tudo narrado por meio dos característicos paradoxos e arrebatamentos retóricos do autor.”

Gabriel Gale, o pintor que calha de ser também poeta, é a encarnação mesma do poeta chestertoniano que só quer colocar a cabeça nos céus. Gale é o capítulo um de “Ortodoxia” que tomou vida de personagem e saiu a meter a fuça perquiridora em crimes cometidos ou intencionados por lógicos com as cabeças rachadas. Em cada um dos oito contos, o excêntrico poeta haverá de enfrentar as consequências sanguinolentas de uma loucura tipicamente moderna. Valendo-se de sua simpatia para com os loucos (de seu pezinho na loucura) e de suas deduções teológicas ao melhor estilo Padre Brown, Gale vai dissecando, em meio a situações absurdas e risos garantidos, a natureza da loucura. Vai demonstrando que, afinal de contas, as ideias têm consequências.

Se, no Padre Brown, temos um detetive que lança mão do que o confessionário lhe ensinou, por anos a fio, sobre o que há de mais sórdido na natureza humana, em Gabriel Gale temos um investigador espiritual mais à la o próprio Chesterton; intuitivo, com a cabeça literalmente nas nuvens, por isso mesmo enxerga em detalhes aparentemente aleatórios e insignificantes as chaves insuspeitas de mistérios os mais diversos: numa cor; numa silhueta rabiscada na areia da praia; num pássaro amarelo jaz entranhada a verdade das coisas… Exuberante, espirituoso, não raro sombrio e grotesco, “O Poeta e os Lunáticos” foi escrito para chacoalhar, à força do exagero (a definição mesma da arte, diria Chesterton), a poeira e as teias de aranhas que as modernidades todas fizeram assentar sobre a nossa imaginação, o órgão primeiro da inteligência. Se, como diz C. S. Lewis, o que o educador moderno tem de fazer é irrigar desertos, eis aqui água, das melhores que já houve, carregada num barril risonho de 140 quilos.

3) A Taberna Ambulante

Este é um Romance de G. K. Chesterton! Só este fato já deveria ser motivo suficiente para não se ter dúvidas quanto a relevância da obra e quando a importância de tê-la em sua casa. É uma leitura divertidíssima e bastante profunda.

Apresentação da obra: Raul Martins Lima (Tradutor)

Esta edição da Sociedade Chesterton Brasil d’A Taberna Ambulante será, com certeza, um marco na tradução de Chesterton no Brasil (e, why not, no mundo).
Não há uma só edição do livro, seja ela espanhola, italiana ou portuguesa, que tenha sido tão cuidadosa com a tradução e a revisão quanto nós fomos. Os erros — pois inevitavelmente os haverá, graças à falibilidade que nos veio de brinde, junto com a Queda e a morte — que o leitor aqui encontrar terão sido o efeito antes do olhar cansado que já leu a mesma página trinta e duas vezes e está, portanto, para todos os fins literários, cego, acometido duma catarata estilística e gramatical, do que o resultado inglório de um serviço meia-boca.
Traduzir Chesterton não é fácil, e há que se tirar o chapéu a quantos mundo afora e Brasil adentro o tenham tentado traduzir a sério, sem aviltar-lhe a arte ou matar a pancadas o seu estilo. Tiremo-lo, pois, e sigamos em frente.
Há, basicamente, dois diferenciais importantes cá nesta tradução, que foram acrescidos aos tantos outros já listados no prefácio que escrevi para O Poeta e os Lunáticos:
1) os sotaques (e, pois, o humor). Na tradução lusa, por exemplo, não houve qualquer esforço para se reproduzir a gloriosa fauna linguística de que se vale GKC no livro, e o sotaque hilário do sr. Misysra Ammon, que dá ao personagem boa parte de seu charme e encanto, é solenemente ignorado. Ora, não havendo o sotaque não há o caráter extravagante e cômico do turco, e não havendo a extravagância e a comicidade não há turco — ou ao menos o turco de Chesterton. O mesmo se pode dizer do caipirês, do juridiquês e dos dialetos igualmente obscuros de pedreiros e jornalistas. Os sotaques são personagens, na medida mesma em que um Mussum ou um Tiririca a falar um impecável inglês britânico não faria lá muita graça na terra de Dickens e Monty Python.
2) Os poemas. Ainda hoje em dia, em coletâneas e na boca do povo, os quase trinta poemas d’A Taberna vivem — e vivem aliás sem o livro no qual surgiram. Outras traduções, como a espanhola e a italiana, aqui pisam na jaca. Esta apenas os reproduziu como vieram ao mundo, em inglês, e pôs uma glosa no rodapé para acompanhá-los; já o tradutor daquela escreveu, pura e simplesmente, outros poemas, que só têm com os originais um parentesco nebuloso. Nesta nossa edição, os poemas foram traduzidos; isto é dizer, alguém os leu, os entendeu e os reproduziu, mantendo-lhes a métrica e o ritmo e o máximo de seu sentido e espírito originais. Os poemas ficaram a cargo de José Lima e de Silvia Emilia Cunha, que, em virtude da rapidez e qualidade com que os traduziram, merecem aqui o meu agradecimento — no qual vai também o da Sociedade inteira — público e enfático.
E, last but not least, agradeço, ainda em nome de toda a Sociedade, também ao José Francisco Botelho, com certeza um dos melhores tradutores do Brasil, e talvez o melhor quando se está a falar de poemas na língua inglesa, a sua participação especial na tradução de três poemas do livro. Para Chesterton, sempre o melhor.

Trecho do prefácio de Raul Martins Lima

“A Taberna Ambulante é, portanto, um livro combativo e maravilhosamente feliz. É aventuroso, exuberante e esfuziante. Há nele reviravoltas inesperadas, e a alegria pura e simples de quem sabe escrever e, por óbvio, escreveu o que sempre quis ler. Afora todos os temas e proposições, acima e além dos retratos psicológicos e arquétipos, o que se lerá nestas páginas é uma história divertidíssima, solar e tão espalhafatosamente vivaz quanto a gargalhada sonora de um bebê. História tão encantada com o fato de haver um mundo, e no mundo uma batalha a se travar, que de quando em vez não se aguenta, e, quebrando a linha narrativa, literalmente canta, dança e verseja, à moda dum ébrio salmista. Há mal no mundo, mas o mundo não é mau. E aos cruéis planos civilizatórios de um fanático dois poetas embriagados interpõem a última fronteira da civilização ocidental: uma taberna alegre, cheia de amigos brindando o laço que une toda a sociedade em caridade com o vinho e o rum. A embriaguez, enfim, das bodas de caná, que irá comemorar o casamento de Deus com a humanidade.”

4) A Inocência do Padre Brown

Como se verá por este A Inocência do Padre Brown – reunião de doze contos admiráveis e impecáveis, entre os quais, todavia, ouso destacar muito especialmente “A Cruz Azul” e “O Martelo de Deus” –, é na saga do Padre Brown que Chesterton atinge o cume da beleza artística.

Tudo aqui concorre para tal: um uso brilhante das aliterações e do ritmo permitidos pela língua inglesa; uma riqueza vocabular que vai de par com uma grande profundidade, digamos, retórica (em o “Martelo de Deus”, por exemplo, diz o Padre Brown: “A humildade é a mãe dos gigantes”); um humor (finíssimo) e um drama cuja mescla tem parentesco, por um lado, com o Cervantes de D. Quixote e, por outro, com o Dickens de tantas obras; metáforas usadas na medida certa e no momento certo; tudo sempre contra um pano de fundo cristão ao mesmo tempo leve e grave, como convinha com a ideia que Chesterton queria simbolizar por esta saga.

O que o leitor tem agora nas mãos – A Inocência do Padre Brown, primeiro livro da saga – é um tesouro. É obra de arte pura e simplesmente perfeita, e contribui grandemente para sua formação global.

5) A Sabedoria do Padre Brown

Em A Inocência do Padre Brown, Chesterton apresentava ao mundo o que seria o seu mais famoso personagem. O pequeno sacerdote detetive de Essex.

Em A Sabedoria do Padre Brown, Chesterton consagraria seu herói como um ícone das histórias de detetive, influenciando, por exemplo, Agatha Christie e Dorothy Sayers, e inauguraria o que C.S. Lewis chamou de “thriller teológico”.
Nas doze histórias desse livro, vemos o “padreco” do qual ninguém espera nada solucionando os crimes que nenhum Sherlock ou Poirot seria capaz. Seu segredo? A sabedoria que nasce de conhecer o coração do homem; ouvindo as confissões dos penitentes e sondando a própria alma na oração.
Se no primeiro livro vemos o pároco surpreendendo mestres do crime, agora Chesterton nos mostra um padre capaz de superar alguns mestres da investigação!

Informação adicional

Peso 3 kg
Dimensões 21 × 14 × 10 cm

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